segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Nada sei...

Não sei de ti, muito menos de mim...
Não sei se é longe de ti que quero ficar!
Muito menos sei se é onde estou que quero estar...
Já não me conheço, mas de ti não me esqueço.
O passado, esse não podemos mudar...
Mas no futuro, ninguém me vai impedir de te amar.

sexta-feira, 29 de março de 2013

sem ti...

Mais um dia se passou, e mais um dia sem ti foi, levaram-te de mim, e a minha alegria foi junto com o teu olhar, com o teu sorriso... Sinto-me perdida, sem rumo, sem saber o que fazer ou o que pensar. Quero adormecer e quando acordar ver-te a meu lado, poder abraçar-te e beijar a tua boca. Eu sou tua e tu és meu, e digam o que disserem quem faz o meu destino sou eu. O meu amor por ti não mudou nem mudará. Os meus dias... esses mudaram, o sol já não brilha e as árvores da serra já não dançam com a brisa. Agora no meu céu só há nuvens escuras, onde a chuva cai dia após dia, como as lágrimas caiem pelo meu rosto. Houve um dia em que eu era como um pássaro livre e alegre, cantando e voando a teu lado... Até que me cortaram as assas e me prenderam na gaiola. Mas, um dia vou encontrar a chave desta gaiola que me prende, e então vou correr para ti e amar-te como sempre te Amei.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Para ti sou "Dna. Inês"...

A mim não há quem pegue, só me encontro e só ficarei... Os cacos do meu coração já colei, e mais não te direi. A vida é uma só e como tal mais vale passa-la só que mal acompanha... As lágrimas, a essas leva-as o vento, tal como todos aqueles que amei. O futuro só Deus sabe, e quem sabe se no meu futuro, não serei eu "Inês" dona, do teu coração, Pedro.

Sombra

sábado, 12 de janeiro de 2013

no fim... sempre só.


Minha vida, minha alegria, meu raio de sol, minha alma, meu sorriso, meu príncipe encantado... Meu. Eras meu, mas levaram-te de mim, e fecharam te nas fundas masmorras. Eu fui tua mas trancaram-me no alto da velha torre. Onde estás meu amado? Sais-te da minha vida e contigo foi a minha alegria, sem ti os dias são escuros e o sol já não brilha. A minha alma chora e o meu sorriso perdeu-se no tempo em que era-mos felizes. Princesa fui amada e desejada por ti, meu príncipe encantado. Sozinha fiquei, perdida me senti. Mas a vida segue, mais uma vez, a princesa ficou só, sem cavaleiro ou príncipe encantado. Se um dia será feliz... Ninguém sabe, nem mesmo ela. Mas a esperança é a última a morrer e quem sabe se ela não volta a abrir o seu coração a alguém? Talvez sim, talvez não, apenas o tempo o dirá… Mas  no fim ficou sempre só.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Motel Flor de Lótus

O quarto a média luz, essa luz vermelha cor da paixão. A cama redonda e bem apresentada, agora desfeita, remexida e revolvida. A roupa agora espalhada pelo chão, outrora nos corpos dos seus respectivos donos, os Amantes. As paredes e o tecto espelhados, por onde vislumbram os seus corpos agora nus. Os Amantes... Esses  entregam-se mais uma vez nos braços um do outro, sedentos de prazer, possuídos pelo desejo da carne, gemem, sussurram palavras doces como o mel ao ouvido um do outro, os seus corpos quentes e suados contra um do outro, as suas respirações ainda ofegantes, lá fora o mundo não existe mais, a eles só importa o momento que ali vivem, só importa o seu acto de amor um para com o outro. Ela a ele pertence e Ele d' ela é. Assim é e nada pode mudar o quanto eles se amam, nada pode alterar os seus momentos de prazer, em que se tem um ao outro, que se beijam e desejam por mais e mais um do outro, momentos que se entregam sem culpas nem arrependimentos. Tudo lhes é perfeito naquele quarto a luz, a cama, o ambiente quente, os espelhos, e melhor ainda, para eles, é a flor Lotus... ;)

Sombra


sábado, 8 de dezembro de 2012

Anjo da Guarda...

Queria poder proteger-te, da dor e do sofrimento.
Estar a teu lado, e proteger-te das trevas que nos rodeiam, e assombram o nosso Amor. Abraçar-te quando o teu medo de falhar, te viesse importunar. Quero ser o teu Anjo. Teu Anjo da Guarda, ficar perto de ti, e dar-te o meu Amor. Poder manter-te a salvo e longe do perigo. "Meu Anjo" era o que tu me chamavas... Então porquê que não mo deixas ser? Se eu poder ser o teu Anjo, só mais uma vez... Só o Teu Anjo.

Sombra

               

domingo, 2 de dezembro de 2012

aquilo que sou....

"Sobre a pele que há em mim tu não sabes nada..."
Para além de ser um dos verso da minha canção favorita é provavelmente uma grande verdade sobre ti.
Para ti, já não existo, para ti, sou como uma estranha. Provavelmente, já não serei nada mais para ti, senão uma memória... Boa ou má? Isso já não sei (talvez um dia mo dirás).
Sobre mim, tu nada sabes, já nada conheces, tudo te é estranho, tudo te é novo.
Mas... (e como para todas as regras existem excepções) Basta um.... Apenas, e só um olhar teu nos meus olhos, para saberes que afinal, nada mudou. Tudo é igual. Que afinal está tudo tal e qual como quando partis-te. A minha incência, e tudo aquilo que realmente sou, e que tu bem conhecias... Não mudou e não mudará. 

Sombra


(vejam:  http://www.youtube.com/watch?v=LrNz37uc7kc  )

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Como uma lareira...

Era tarde, o frio gelava, cada recanto do seu corpo nu. No quarto ela esperava por ele. Deitada na cama, sentia o aroma suave a canela que pairava no ar. A lareira crepitante, aquecia o quarto, ele chegou, só lhe disse "devolves-me?" porém a rapariga alheia ao significado da pergunta, respondeu, "o quê meu amor...", ao que ele carinhosamente respondeu, "o meu coração minha flor...". Ela sorriu, e beijou-o ele chegou-se para junto dela e abraçou-a, já não havia frio que os pudesse deter, agora era o calor que reinava, calor esse da paixão que havia entre eles, aquele fogo incessante de desejo ardente. Sedentos de amor, mais uma vez se entregavam nos braços um do outro, os seus corpos  agora envolvidos num só. Beijos, e carícias sem fim, a cama revoltada, a respiração ofegante, e a chama imensa de prazer que os consumia, chama essa como a da lareira, quente e crepitante... 

Sombra

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Um vazio em mim....


Às vezes és um Vazio, e nada mais que isso... Outras és uma Memória ou um Sonho longínquo. Por vezes olho à minha volta e penso "porquê que as coisas tinham de ser assim..." mas levanto a cabeça e sigo em frente, se bem que por vezes o 'seguir em frente' pode ser muito relativo. Antes eras a Saudade... Mas hoje foste algo que à muito tempo não eras... Hoje foste as minhas Lágrimas. Porquê? Não sei sinceramente gostava de saber, não há nada mais confuso que o dito 'Amor'; Já não sei o que isso é.... E por vezes questiono-me se ainda sei amar a quem me ama. Dizem que chorar faz bem, que limpa a Alma, eu cá não acho o mesmo, odeio chorar.... Principalmente por quem não merece, e sabes que mais, tu não mereces.... Mas ainda assim eu choro por ti...
Sombra



                                                                                      

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Donzela e Cavaleiro, uma história de amor.

O castelo de areia ruiu, as princesas perderam as suas tiaras, os príncipes deixaram fugir os seus cavalos brancos. O mundo dela desabou, um mundo de Alegria e Fantasia, de Romance e Paixão, já nada disso existia apenas, uma história de um passado ainda recente, e ao qual não havia nada mais a acrescentar.  Mais uma  vez, a donzela ficou sozinha no alto da torre, uma torre velha como tempo, fria como o inverno e negra como a alma daquele que a deixou. Ele prometeu ama-la, e ficar com ela acontece-se o que acontece-se, mas ele era fraco e decidiu abandonar a sua amada. Tinha medo de ama-la, medo de seguir em frente e ser feliz ao lado da rapariga com que sempre sonhou. E assim foi, a donzela e o cavaleiro separados, seguindo caminhos diferentes. Mas ambos ainda tinham algo em comum... Continuavam a amar-se, como no inicio, como quando se beijaram pela primeira vez uns quantos anos antes quando o cavaleiro tirou a donzela da terrível torre que a prende, de novo.
Agora... era triste demais se tudo isto fosse realidade não é? Mas a verdade é que é mesmo, donzela e cavaleiro longe um do outro por tempo indefinido ou mesmo para sempre, sofrendo em silêncio, cada um para seu lado, e nada mais resta, se não esperar que o tempo cure as feridas, leve as lágrimas e console os lesados.