Perdi a conta aos beijos roubados e desejos calados.
Se a boca cala o que sente o coração, os teus olhos gritam toda esta paixão.
Que posso eu dizer que já não te tenha dito?
Que podemos fazer para acalmar este sentimento aflito?
Aflito por se expressar, aflito para deixar mostrar.
Mostremos ao mundo então, com que cores pintamos a nossa vida.
Por que houve um tempo em que os meus dias eram cinzentos, sem cor...
Até que um dia os nossos olhares se cruzaram, as estrelas beberam um copo e brindaram ao nosso amor!
E os meus dias, encheram se luz e cor como uma paleta de tons coloridos, vibrantes e brilhantes...
Ai como as estrelas beberam meu amor...
Só nós sabemos como são bêbedas as nossas estrelas!
Mas sabes que mais? Ainda bem que assim foi...
Chega de uma vida cheia de "Amo-te" vazios e sem sabor!
Vamos dar cor à nossa vida e encher o nosso futuro de Amor.
Que me ames assim todos os dias, pois eu vou amar te assim "até que a morte nos separe"...
Porque sei que um dia diremos que "sim" um ao outro e se já é deste jeito agora... Nesse dia nada nem ninguém vai conseguir calar este amor!
Porque no final "it's Him and I" e quanto ao resto... É só isso mesmo ❤
Sombra Negra
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
domingo, 3 de dezembro de 2017
As estrelas beberam antes de escrever a nossa história...
Amo-te.
Amo-te tanto, mas tanto que até te deixava mudar o meu último nome.
Sempre que te vejo fico tão feliz que nem caibo em mim, mesmo que seja apenas por breves minutos... sabe me sempre pela vida, é como encontrar um oásis no deserto!
Vieste aquecer o meu coração com esse teu jeito de me amar.
Devolves te me o sorriso e o brilho do olhar...
Deste cor aos meus dias e iluminaste a escuridão do meu ser.
Cada momento que passo contigo, é como se ganhasse vida.
Os teus beijos são como uma lufada de ar fresco e o teu abraço é o que me faz saber que tudo isto é real e não só um sonho.
Meu Puddin...meu Babyboy...Amor da minha vida...Príncipe...minha Paixão... És meu mesmo não sendo.
Porque apesar de não termos escolhido gostar um do outro, o Amor escolheu nos aos dois...
E as estrelas...? bem já sabes o que essas bêbedas fizeram...
Sombra
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
De braço dado com a saudade...
Só sei que quem a inventou nunca deve ter amado alguém
A cada dia que passa, a saudade abraça me e um bocadinho de mim morre com esse abraço fatal.
Os dias vão passando e com eles, a saudade aumenta e a tua presença diminui...
Sei que nada disto estava previsto, mas o facto é que aconteceu...
Os nossos olhos cruzaram se nos corredores e o teu sorriso levou o meu coração..
E agora amor, como resolvemos esta situação?
Só há uma maneira de matar a saudade...
Sabes como?
Com o teu abraço.
Mas até que chegue esse dia, eu espero aqui de braço dado com a saudade.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Quem nunca Amou que atire a primeira pedra...
Nem sei o que me deu,
Ainda hoje não percebo o que fizeste comigo...
Só sei que no dia que te vi o meu coração ficou contigo.
Fiquei à espera que no devolvesses mas em vez do meu deste me o teu...
E agora meu amor?
Como vai ser?
Que será de nós que não nos podemos ter...
Não sei que Fado iremos ter,
mas deixemos o rio seguir o seu leito pra que juntos possamos ver
o que irá acontecer.
Se é certo ou errado...
Quem nos pode julgar?
Quem nunca amou que atire a primeira pedra...
Mas meu amor
Uma coisa eu sei,
certo ou errado...
Eu sempre te amarei.
Sombra
Ainda hoje não percebo o que fizeste comigo...
Só sei que no dia que te vi o meu coração ficou contigo.
Fiquei à espera que no devolvesses mas em vez do meu deste me o teu...
E agora meu amor?
Como vai ser?
Que será de nós que não nos podemos ter...
Não sei que Fado iremos ter,
mas deixemos o rio seguir o seu leito pra que juntos possamos ver
o que irá acontecer.
Se é certo ou errado...
Quem nos pode julgar?
Quem nunca amou que atire a primeira pedra...
Mas meu amor
Uma coisa eu sei,
certo ou errado...
Eu sempre te amarei.
Sombra
sábado, 15 de outubro de 2016
Já te disse hoje?
Às vezes pergunto me se não podia ser mais fácil amar te. É um desejo constante, que me consola e me consome. Querer te para mim e não te poder ter... Será que algum dia irei aprender? Amo-te mesmo sabes? Claro que sabes, se não nem estavas a ler estas linhas que escrevo sobre ti, sobre mim... Sobre nós.
É mais forte que eu e nem sei explicar, o que sei é o que sinto e o que sinto é mais forte que tudo o que já senti... Sinto sobretudo a tua falta quando não estás, às vezes choro, sim eu também choro, uma Sombra também tem as suas fraquezas...
Mas o que não me mata torna me mais forte não é? Às vezes não sei se é um DNV se é só a saudade a apertar. Mas uma coisa eu sei e que não posso nunca duvidar, é que tu me amas. Quando eu nunca sequer imaginava que olhavas pra mim, tu amavas me.
Olha só o que me fazes?! Achas bem fazer me rir e ficar com que cara de tonta apaixonada??
Ainda bem que achas, eu também acho.
Amor, já te disse hoje? Sei que sim...
Mas pra que não restem dúvidas...
Amo-te.
Sombra
Se tu soubesses o quanto eu te amo...

Sabias que sonho contigo?
Tentei pensar no significado da vida, mas voltei a lembrar me de ti...
Pois vieste dar um novo sentido à minha vida.
Já sorriste hoje? Eu já...quando me lembrei do teu sorriso.
Estavas tão lindo esta tarde...na minha mente claro, porque hoje não te vi.
Sabes, o branco fica te bem...
Mas gosto mais de te ver sem nada.
Estou a divagar, é um facto.
Aliás hoje estava a assobiar no corredor,
E perguntaram me "estás feliz uhm?"
E eu sorri porque me lembrei que era por causa de ti que estava assim.
Dói me o pescoço sabias?
A culpa é dos teus beijos...
És muito alto, mas eu não me importo, nada mesmo.
Há quem diga que o amor vem de onde menos esperamos
E a prova que isso é verdade, és tu.
Nunca pensei...até aquele dia da nossa despedida.
Mas aí tive a certeza, que aquela despedida era só o início.
Ai meu amor, se tu soubesses...
Se tu soubesses o quanto eu te amo
Mas espera...
Tu agora já sabes...
E eu também já sei,
Que no meio disto tudo
Não fui a única que me apaixonei.
Sombra
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Ele e Ela...
Era a sua primeira semana no novo emprego, quando tudo aconteceu. Quando ela menos esperava, ela conheceu o.
Na realidade ela não andava sequer com o intuito de abrir de novo, o seu coração a alguém. Na verdade o que ela tinha era medo… Medo de o perder, mesmo sem ainda ser seu. Medo porque sempre que se apegava a alguém essa pessoa acaba por sair da sua vida.
Contudo naquele dia, os astros alinharam se e o sol brilhou para os dois.
Numa manhã ao passar ocasionalmente naquele piso ele viu a, sorriu e apresentou se, “Olá, prazer eu sou o Rafael” e numa fração de segundos tudo mudou.
Seria o seu sorriso? A sua voz? O seu charme? Ela não conseguia perceber o que era, a única coisa que conseguiu pensar foi “meu Deus...onde andaste tu durante a minha vida toda?!” enquanto discretamente e timidamente respondia “muito prazer...eu sou a Bella” e dizendo isto, pediu licença e saiu.
Bem, na realidade ela fugiu, ou se preferirem retirou-se se estrategicamente… Ela tinha de sair dali! Já não estava a conseguir conter aquele estranho sentimento que subitamente a invadia. Sentia se uma miudinha tonta com vontade de sorrir só porque sim...e aquelas borboletas no estômago? Juntamente com aquele nervoso miudinho. Já não se sentia assim há tanto tempo que nem sabia como reagir. Depressa ela percebeu o que era o dito “amor à primeira vista”, e assim foi durante meses sem que ele soubesse ela suspirava por ele, pois na verdade no primeiro dia que o viu ela apaixonou se por ele. Mas… ao contrário do que ela pensava, ela não era a única a sonhar acordada e a fazer de propósito para fazer equipa com ele. Ele estava tão apaixonado por ela que lhe chegava a faltar o ar, por vezes quando não a via era como se lhe roubassem o chão. E assim foi durante muito tempo, gostavam um do outro e nem sequer imaginavam. Sem dar muito nas vistas ele era muito querido e cuidadoso com ela, e ela derretia se por ele mas sem o demonstrar. Ela metia se com ele, na maioria das vezes gozando com ele por qualquer coisa ou fazendo uma piada sem nexo só para o fazer rir e ver o seu sorriso adorável. Apesar de nunca lhe ter dito que gostava dele havia uma estranha e agradável ligação entre eles...uma espécie de química. Dia em que fizessem equipa era boa disposição na certa, no fundo porque se adoravam. E desta forma ela apegou se a ele… E lembram se porquê que ela não se queria apegar a ninguém? Exatamente, ele ia se embora, uma oferta melhor tinha surgido e era uma questão de dias até desaparecer da vida dela e ela da dele. Mas esta história até que tem um início feliz.
(Sim início, pois como num ato de magia houve a tão esperada reviravolta)
Ainda hoje eles não sabem o que aconteceu…
O que é certo é que por obra do acaso ou por conspiração dos astros, lá ganharam coragem pra dizer um ao outro o que sentiam…
E não é que valeu a pena?
Agora já não sofrem mais em silêncio, agora já não precisam de esconder aquela espécie de amor que tem um pelo outro… Agora suspiram a cada olhar que trocam, agora riem após cada beijo, agora tudo mudou, tudo é novo, tudo é melhor!
Agora ele é o motivo do seu sorriso e da sua inspiração…
E ela é o seu O2 e a sua razão para voltar a sentir se vivo…
Agora, eles são felizes.
Sombra
sábado, 1 de outubro de 2016
Afinal...eu gosto de ti.
Respira fundo
Não corras porque a vida são dois dias e um já passou
O rio continua o seu percurso quer tu corras quer, quer tu vás devagar
Grita
Se tiveres de gritar ao mundo o que vai dentro de ti, grita como se não houvesse amanhã
Desta vida levamos o que cultivamos
Por isso faz te ouvir enquanto cá estás
Sorri
A vida acontece mesmo que chores
Mas se sorrires a vida tem outro encanto
Apaixona te
A vida é curta, se tiveres que perder tempo que seja a amar alguém
E se tiveres que gostar de alguém, que seja de mim…
Porque afinal...eu gosto de ti.
Sombra
terça-feira, 23 de agosto de 2016
O Tempo
A noite caiu
O sol desapareceu do meu céu
A lua sorriu
E deu me um beijo teu.
E deu me um beijo teu.
Já não cantam mais os pardais da Serra
O outono chegou e levou o calor do nosso amor de verão
O sol de inverno veio e com ele a memória de um amor perdido no tempo.
O tempo cura tudo, não é o que dizem?
Talvez seja incurável isto que sinto…
No fundo e na verdade nunca me quis curar desse doce, louco e eterno amor.
Não sei como acaba o dia hoje,
Quanto mais o que será o amanhã…
Às vezes ainda dou por mim a sonhar
Com o que em tempos foi uma realidade.
Quanto ao tempo, esse foi duro para nós…
Mas enquanto o tempo for tempo e as linhas da nossa vida se cruzarem quem sabe o que o tempo nos reserva?
Uma coisa eu sei, o tempo perdido não volta atrás
Cabe nos a nós saber aproveitar o tempo que nos resta.
Como? Não sei.
Mas talvez com o tempo descobrirei…
Sombra
segunda-feira, 9 de março de 2015
E viveram felizes para sempre...
O momento da verdade havia chegado... A hora do "aceito"

estava prestes a acontecer, mas naquele que era suposto ser o dia mais feliz da sua vida, estava a ser o dia em que se sentia mais infeliz. Seria o sítio? Talvez fossem as pessoas... O vestido era o dos sonhos dela, portanto não era isso que a entristecia. O dia estava soalheiro porém dentro de si havia apenas e só mágoa e saudade, que mais parecia uma tempestade chuvosa no seu coração. Permaneceu imóvel, como que anestesiada pela dor que estava a sentir, a mesma dor que sentiu anos antes, quando perdeu o amor da sua vida. E nesse momento percebeu o que estava errado naquele cenário. Não era o vestido, nem as pessoas, nem o sítio muito menos era o estado do tempo que a incomodava. O noivo. Ora vejamos o noivo: bom rapaz trabalhador, amigo, carinhoso, paciente, tratava a como uma princesa, tinha a cabeça no lugar, e amava-a... Um sonho de homem. Mas era ele mesmo, que ela sentia que não estava bem naquele cenário. Não que ele fosse má pessoa, bem pelo contrário. Contudo não era o amor da sua vida. Esse era o problema. Ela nunca o havia esquecido, ainda na noite antes do "grande dia" tinha tido um ataque de choro e de saudades por ele, porém para disfarçar usou o stress como desculpa. Era impossível esquecer o seu grande amor, por muitos anos que passassem, ela não o deixava de amar. E escondeu toda a saudade, toda a dor de não o poder amar durante todo esse tempo que teve longe dele, (não porque ambos quisessem, mas porque a vida foi dura para com eles). O amor que sentiam um pelo outro era forte e verdadeiro de mais para ser esquecido nas linhas do tempo, e a sua história de amor tinha linhas de mais, que jamais poderiam ser apagadas enquanto o tempo fosse tempo e ambos existissem. Ela continuava estática e gelada, como uma estátua de gelo. O reverendo estava a espera que ela respondesse, (isto pois o tempo foi passando e ela nem se apercebera disso), assim como todos os convidados e o noivo. Já ali estava, ja não havia grande coisa a fazer ou a dizer, além disso não havia motivos aparentes para dizer que não. Antes de responder, olhou uma última vez à sua volta, e foi então que ao olhar para o fundo da capela, viu, encostado à ombreira da porta lá estava ele, o seu grande amor, olharam se nos olhos e ambos choraram. Ambos entenderam que todo aquele tempo tinham sofrido em silêncio por se amarem. Ele sorriu lhe, ela pediu desculpa ao noivo, à familia aos restantes convidados e correu na direção daquele que realmente amava, abraçou o e ele pegou lhe ao colo e saiu com ela. Saíram não só dali como daquela cidade, daquele país. Partiram para longe em busca de um novo começo a dois. Partiram sem olhar para trás.
estava prestes a acontecer, mas naquele que era suposto ser o dia mais feliz da sua vida, estava a ser o dia em que se sentia mais infeliz. Seria o sítio? Talvez fossem as pessoas... O vestido era o dos sonhos dela, portanto não era isso que a entristecia. O dia estava soalheiro porém dentro de si havia apenas e só mágoa e saudade, que mais parecia uma tempestade chuvosa no seu coração. Permaneceu imóvel, como que anestesiada pela dor que estava a sentir, a mesma dor que sentiu anos antes, quando perdeu o amor da sua vida. E nesse momento percebeu o que estava errado naquele cenário. Não era o vestido, nem as pessoas, nem o sítio muito menos era o estado do tempo que a incomodava. O noivo. Ora vejamos o noivo: bom rapaz trabalhador, amigo, carinhoso, paciente, tratava a como uma princesa, tinha a cabeça no lugar, e amava-a... Um sonho de homem. Mas era ele mesmo, que ela sentia que não estava bem naquele cenário. Não que ele fosse má pessoa, bem pelo contrário. Contudo não era o amor da sua vida. Esse era o problema. Ela nunca o havia esquecido, ainda na noite antes do "grande dia" tinha tido um ataque de choro e de saudades por ele, porém para disfarçar usou o stress como desculpa. Era impossível esquecer o seu grande amor, por muitos anos que passassem, ela não o deixava de amar. E escondeu toda a saudade, toda a dor de não o poder amar durante todo esse tempo que teve longe dele, (não porque ambos quisessem, mas porque a vida foi dura para com eles). O amor que sentiam um pelo outro era forte e verdadeiro de mais para ser esquecido nas linhas do tempo, e a sua história de amor tinha linhas de mais, que jamais poderiam ser apagadas enquanto o tempo fosse tempo e ambos existissem. Ela continuava estática e gelada, como uma estátua de gelo. O reverendo estava a espera que ela respondesse, (isto pois o tempo foi passando e ela nem se apercebera disso), assim como todos os convidados e o noivo. Já ali estava, ja não havia grande coisa a fazer ou a dizer, além disso não havia motivos aparentes para dizer que não. Antes de responder, olhou uma última vez à sua volta, e foi então que ao olhar para o fundo da capela, viu, encostado à ombreira da porta lá estava ele, o seu grande amor, olharam se nos olhos e ambos choraram. Ambos entenderam que todo aquele tempo tinham sofrido em silêncio por se amarem. Ele sorriu lhe, ela pediu desculpa ao noivo, à familia aos restantes convidados e correu na direção daquele que realmente amava, abraçou o e ele pegou lhe ao colo e saiu com ela. Saíram não só dali como daquela cidade, daquele país. Partiram para longe em busca de um novo começo a dois. Partiram sem olhar para trás.
Partiram para se poderem amar sem ninguém para os separar...
Sombra
Sombra

Subscrever:
Mensagens (Atom)
